

O KAVERADA teve início em 2013, a partir de um evento experimental chamado Rock Underground no Bar Casa de Taipa, no Crato Ceará. Em novembro de 2013 aconteceu a primeira realização oficialmente denominada Festival KAVERADA. Em 2014 foi criado o Coletivo KAVERADA para facilitar a comunicação entre organização, bandas, público e apoiadores.
Ao longo de sua trajetória, o KAVERADA tornou-se uma referência no circuito underground nordestino, promovendo circulação de bandas, intercâmbio entre cidades, valorização da produção autoral independente e fortalecimento da cultura juvenil urbana no interior do Ceará.
O festival teve edições e atividades em diferentes momentos entre 2013 e 2026, incluindo um período de hiato. Em 2022 o festival retornou após cinco anos. Em 2023 aconteceu uma nova edição. Após o falecimento de Weverton da Silva, precursor do evento e do coletivo, o movimento passou a assumir também a responsabilidade de fortalecer e dar continuidade ao legado deixado por ele.
Em 2025 foram realizadas ações relacionadas ao legado de Weverton da Silva, incluindo o lançamento do filme “Gastura”, seguido de roda de conversa e apresentação musical, além da 8ª edição do festival em novembro.
Em 2026 o festival amplia sua proposta para contemplar múltiplas linguagens artísticas, especialmente música, cinema, literatura e artes visuais, além de formação cultural. A programação de 2026 inclui shows, feira de economia solidária, mostra de curta-metragem e oficinas de produção cultural.
Mais que um festival: uma rede em movimento.
pessoas passaram por aqui
Ao longo de sua trajetória, o KAVERADA se consolidou como um importante espaço de encontro, expressão e circulação da música independente no Cariri. A cada edição, o festival aproximou bandas, artistas, produtores e público, criando conexões entre diferentes cidades e fortalecendo uma cena que muitas vezes encontra poucos espaços para apresentar sua produção.
Desde as primeiras edições, o KAVERADA apostou na diversidade de estilos, na valorização de bandas autorais e na construção coletiva. O festival também se tornou uma ponte entre o Cariri e outras cenas do Nordeste, recebendo artistas de diferentes territórios e ampliando as possibilidades de intercâmbio e colaboração.
Considerando a média de público das edições para as quais temos dados, estima-se que pelo menos 4 mil pessoas tenham participado presencialmente das nove edições. Mais do que um número, esse público representa uma comunidade que se formou em torno da música, da cultura independente e da possibilidade de construir, coletivamente, outros caminhos para a arte.
O KAVERADA permanece, assim, como uma experiência de resistência cultural e de construção de redes, reafirmando que a cena independente também produz memória, identidade, pertencimento e transformação.
LINHA DO TEMPO DO FESTIVAL














“Um lugar onde fosse possível construir autonomia na escrita, na música e na arte.”
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